sábado, 30 de janeiro de 2010

Debruço-me!

Debruço-me, e os pensamentos me vêm à cabeça como se fossem um filme se suspense, no qual vejo o presente, lembro o passado, mas por mais que eu faça o possível e impossível para ter uma pista do futuro não consigo vê-lo.
Debruço-me para tentar achar soluções de problemas, e respostas de perguntas que até o exato momento, não tem explicação.
Debruço-me sobre a janela para observar o mundo ao meu redor, apenas vejo vácuo e coisas sem sentido.
Debruço-me para entender o que estou sentindo e deixar aflorar as emoções.
Mente, mente criadora onipotente, mente que ajuda o coração a entender aquilo que se sente, mas não podemos ver, mente do equilíbrio, mente da sabedoria e da inteligência.
Mente, aquela que relaciona o físico e o espiritual.
Mente . Por mais que reflita para entender o sentido da vida, só encontro o vácuo e volto a mente, o princípio de tudo, o sentido da fé, do amor e do mal entendido sentido da vida.
Debruço-me e só vejo vácuo e coisas sem sentido!

By: Bárbara Alejandra

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